Vamos doar sangue?

Não espere o dia do Doador Mundial de Sangue para doar. Faça hoje mesmo! Doar sangue não dói. O que dói é ver os estoques de sangue cada vez mais baixos. Ajude! Procure o Hemocentro mais perto de você e faça a sua doação!!!

Saiba onde doar em Santa Catarina: http://www.quempodedoarsangue.com.br/endereco-do-hemosc/

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Parabéns a você, DOADOR DE SANGUE!!!

PARABÉNS DOADOR!

Parabéns a você, que transforma esperança em vida!

Parabéns a você, que optou por salvar vidas!

Parabéns a você, que devolveu a alegria de alguém!

Parabéns a você, que fez alguém nascer de novo!

Parabéns a você, pelo seu gesto de solidariedade!

Parabéns a você, DOADOR DE SANGUE!

Dia 25 de novembro é o DIA NACIONAL DO DOADOR VOLUNTÁRIO DE SANGUE. A data foi criada em 1964 com o objetivo de valorizar a doação voluntária de sangue, um ato simples, de extrema solidariedade e que salva muitas vidas. Atualmente, no Brasil existem cerca de 3, 5 milhões de doadores de sangue, o que corresponde a 1,9% da população do país – índice abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 3%.

Mais do que levar esperança a quem precisa, a doação de sangue é um gesto de solidariedade e pode salvar muitas vidas. Todos os dias, muitas pessoas necessitam de reposição sanguínea, por isso, você está convidado a estender a sua mão e doar um pouco do seu tempo. Ao tornar-se um doador de sangue, você ajuda a trazer de volta a felicidade e o sorriso de muitas pessoas. É muito importante que todos ajudem e colaborem com essa corrente, pois os Hemocentros precisam ter sempre sangue no estoque. Então, faça seu gesto de solidariedade, compareça ao Hemocentro mais próximo e faça sua doação, e claro, convide seus amigos, pais, tio, tia, primo, prima, todo mundo…

Doe sangue, torne isso um hábito, seja um doador. Entregue-se a esta causa e compartilhe sua alegria de viver.

Você sabe quais são os critérios para doar sangue? Acesse e fique por dentro de todas as informações:  http://www.quempodedoarsangue.com.br/quem-pode-doar-sangue/

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Ajude a salvar a vida do Eric Dal Sasso Reis!

Eric Dal Sasso Roque dos Reis sofreu um acidente de carro na última quinta-feira (08/11/12), e encontra-se internado na UTI de Araranguá – SC, em estado grave. Eric precisa de sangue tipo A ou O positivo e negativo. Por essa razão, pedimos a todos que puderem doar sangue, que compareçam ao HEMOSC de Criciúma, ou o mais próximo da sua residência. Todos os tipos sanguíneos serão aceitos, pois o HEMOSC de Criciúma está precisando de doadores. O sangue doado, tipo A ou O positivo e negativo será destinado ao Eric.

Lembre-se de doar em nome de Eric Dal Sasso Roque dos Reis, o seu código é: 1209048.

Saiba para quem você pode doar sangue e de quem pode receber:

ESSA CORRENTE DO BEM NÃO PODE PARAR, DOE SANGUE E PASSE A BOLA PARA UM AMIGO.

SEJA UM HERÓI, AJUDE A SALVAR A VIDA DO ERIC E DE MUITAS OUTRAS PESSOAS QUE ESTÃO PRECISANDO!!!

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Vamos ajudar a Beatriz? Só um transplante de medula pode salvar a vida dela!

SEJA UM DOADOR DE MEDULA OSSEA, saiba mais em: http://www.quempodedoarsangue.com.br/seja-um-doador-de-medula-ossea/
A menina tubaronense ficou conhecida na região após ter banners expostos na cidade, graças à mãe, que correu atrás de ajuda para divulgar a importância da doação de medula. De acordo com Daniela Alves Demétrio, mãe de Bia, os primeiros sintomas da Talassemia Major, começaram a aparecer quando a menina tinha quatros meses. “Comecei a notar manchas roxas na pele da Bia, além de febre muito alta. Depois ela teve crises convulsivas e anemia”, conta. Aos oito meses a doença foi diagnosticada. “Foi então que começamos o tratamento com medicamentos. Após um ano, os médicos me comunicaram que a medicação não estava dando efeito e que a minha filha precisaria de um transplante de medula. De lá para cá começamos a luta para encontrar um doador compatível”, conta Daniela.

Na época, todos os parentes doaram amostras de sangue para identificar se havia compatibilidade e possibilidade de transplante, mas, não foi encontrado doador compatível na família e as chances de encontrar um doador compatível fora da família são de um em cem mil. “Eu sei que é difícil, mas não impossível. Não perco a esperança, sei que uma hora esta pessoa vai aparecer”, sublinha a mãe.
A rotina da mãe de Beatriz se resume em cuidar da filha, além de rodar a cidade e região conscientizando as pessoas sobre a importância da doação. “Eu peço patrocínio para as empresas ajudarem na divulgação sobre a doação de medula e de sangue, para que as pessoas entendam o quanto uma vida depende de um simples gesto. Não quero dinheiro, quero apenas divulgar o assunto”, salienta Daniela.

A Talassemia é uma doença agressiva, ataca órgãos vitais como coração, compromete o fígado e inflama o baço. Ainda impede que Bia frequente uma escola e tenha contato direto com outras crianças, devido à baixa imunidade. Mas, a menina adora brincar e é muito alegre. “Quando ela não está com dor, ela fica muito bem. Brinca com as irmãs, dança e agita a casa”, destaca a mãe.
Uma vez por semana Bia tem que ir a Florianópolis fazer o controle da enfermidade. “Ela cresceu neste meio e está acostumada. Conhece toda a equipe médica e adora aprontar com eles. Até o caminho para a capital ela já reconhece”, descreve Daniela.
Mas, para quem pensa que essa rotina é ruim para a menina, engana-se. “A Bia leva tudo na maior brincadeira. Claro que tem os momentos que ela não se sente bem e tem dores. Mas, ela segue essa rotina desde bebê, então é normal para ela estar com frequência em hospitais”, destaca a mãe.
E quando perguntada o que tem vontade de ser quando crescer a menina enfatiza: “quero ser enfermeira”. A mãe conta que ela brinca com as irmãs mais velhas – de 5 e 10 anos – de procurar a veia, de dar injeção e de examinar. “Elas fazem muita bagunça”, observa a mãe. “É complicado a minha rotina e a dela. Eu não posso me deixar abater porque sei que reflete nela. A Bia é uma criança muito alegre e com muita vontade de viver. Tem dias que ela está bem, tem dias que está mal. Mas, sei que sou a força dela e por isso sempre demonstro confiança. Sei que um dia ela vai olhar todas as fotos dela nos hospitais, com as pessoas que de alguma maneira a ajudaram e vai contar com muito orgulho como superou tudo”, completa Daniela.

Doação é simples e rápida

Qualquer pessoa, entre 18 e 55 anos, que não tenha doença infecciosa transmissível pelo sangue, pode se cadastrar no banco de medula óssea. Para fazer o teste basta se deslocar até o Hemosc mais próximo de você. Em Tubarão, está localizado na Rua Santos Dumont, Centro, atendimento apenas no período da manhã.

Não sabe onde doar? Encontre o HEMOSC mais próximo de você: http://www.quempodedoarsangue.com.br/endereco-do-hemosc/

O exame é simples e rápido. São retirados menos de 5 ml de sangue para fazer o teste de compatibilidade. Caso dê positivo, o Hemosc entrará em contato e a pessoa será convidada a doar um pouco de medula óssea, que é um líquido que fica dentro dos ossos. O procedimento leva duas horas e é feito sob anestesia. Em pouco tempo a medula estará completamente recuperada. Caso dê negativo, o seu nome estará registrado no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) e pode ajudar outras pessoas.

Notícia publicada em: http://www.folhaojornal.com.br/doacao-de-medula-pode-salvar-beatriz

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Seja um doador de medula óssea!

Passo a passo para se tornar um doador de medula óssea

– Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.

– Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

– Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.

– Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

– Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!

– Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

– Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.

– A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.

– É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. O formulário online está passando por atualização e em breve voltará a ser disponibilizado.

Dúvidas frequentes:

O que é medula óssea?
É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por ‘tutano’. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.

Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal?
Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.

O que é transplante de medula óssea?
É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Quando é necessário o transplante?
Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave, Mielodisplasias e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode ser indicado.

Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para ‘substituir’ a medula improdutiva por uma sadia.

Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. Nesses casos, o transplante é complementar aos tratamentos convencionais.

Como é o transplante para o doador?
Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.

Como é o transplante para o paciente?
Depois de se submeter a um tratamento que ataca as células doentes e destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de duas a três semanas, o paciente necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre muito comuns. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário em alguns casos o comparecimento diário ao Hospital-dia.

Quais os riscos para o paciente?
A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova ‘memória’ e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.

Quais os riscos para o doador?
Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.

O que é compatibilidade?
Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor. A análise de compatibilidade é realizada por meio de testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%.

O que fazer quando não há um doador compatível?
Quando não há um doador aparentado (geralmente um irmão ou parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é fazer uma busca nos registros de doadores voluntários, tanto no REDOME (o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) como nos do exterior. No Brasil a mistura de raças dificulta a localização de doadores compatíveis. Mas hoje já existem mais de 12 milhões de doadores em todo o mundo. No Brasil, o REDOME tem quase 3 milhões doadores.

O que é o REDOME?
Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se voluntariam a doar medula para pacientes que precisam do transplante foi criado o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Um sistema informatizado cruza as informações genéticas dos doadores voluntários cadastrados no REDOME com as dos pacientes que precisam do transplante. Quando é verificada compatibilidade, a pessoa é convocada para realizar a doação.

O que a populãção pode fazer para ajudar os pacientes?
Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas.

Leia mais em: Instituto Nacional de Câncer

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Quem pode doar sangue?

Primeiramente convença a si mesmo de que a doação de sangue é um ato de solidariedade humana e que, o seu sangue pode salvar vidas.

Após estar convencido, verifique se você se enquadra nas condições abaixo:

– Ter entre 16* e 67 anos
– Se você tiver 16 ou 17 anos, deve estar acompanhados de um responsável legal
– A idade máxima para a primeira doação é 60 anos
– Você deve ter peso superior a 50 Kg
– Estar bem de saúde e possuir hábitos de vida saudáveis
– Estar bem alimentado
– Portar o documento de identificação com nota, expedido por órgão oficial

 

* Podem ser aceitos candidatos à doação de sangue com 16 e 17 anos com o consentimento formal do responsável legal, para cada doação.

ATENÇÃO
Se você quer doar sangue só para fazer exames, por favor, não doe. Pode ser perigoso para o receptor. Procure orientações a respeito no setor de triagem clínica de doadores.

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Porque doar sangue?

Mais do que levar esperança a quem precisa, a doação de sangue é um gesto de solidariedade e pode salvar muitas vidas.

Por isso, você está convidado a estender a sua mão e doar um pouco do seu tempo. Ao tornar-se um doador de sangue, você ajuda a trazer de volta a felicidade e o sorriso de muitas pessoas. Para doar, dirija-se ao Hemocentro ou Banco de Sangue mais próximo de você, apresentando documento de identidade com foto e órgão expedidor.

Não existe nada que possa substituir o sangue. Por isso, seja um doador frequente. Essa corrente precisa de você. É importante salientar que, a quantidade de sangue retirada na doação não afeta a saúde do doador, pois a recuperação é imediata. É pouco para quem doa e muito para quem precisa. Antes da doação, todos passam por uma entrevista, que tem o objetivo de dar mais segurança a você doador, e aos pacientes que receberão o seu sangue. É muito importante que você, acima de qualquer coisa, seja sincero nas respostas. Tudo o que disser será mantido em sigilo absoluto.

Essa corrente precisa de você. DOE SANGUE!
Procure o hemocentro mais próximo de você. Torne isso um hábito, seja um doador.
Entregue-se a esta causa e compartilhe sua alegria de viver.

SEJA UM HERÓI, SALVE VIDAS!

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Recomendações para doar sangue

Recomendações para o dia da doação:

– Nunca vá doar sangue em jejum
– Alimente-se bem, entretanto, evite alimentos gordurosos
– Repouso mínimo de 6 horas na noite anterior
– Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores
– Não fumar por, pelo menos, 2 horas antes da doação

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Quem não pode doar sangue?

Há alguns critérios que devem ser seguidos pelos Hemocentros.

Você não pode doar sangue se:
– Fez alguma cirurgia recentemente
– Estiver em jejum prolongado ou ingeriu alimentos gordurosos nas últimas 4 horas
– Ingeriu bebida alcoólica há menos de 12 horas
– Fez endoscopia ou algum procedimento evasivo nos últimos 6 meses
– Fez tatuagem ou colocou piercing nos últimos 6 meses
– Teve gripe, febre ou qualquer tipo de infecção nos últimos 7 dias
– Teve hepatite viral após 10 anos de idade
– Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como AIDS, hepatite, sífilis e Doença de Chagas
– Mulheres grávidas ou que estejam amamentando
– Faz uso de medicamentos controlados
– Usuário de drogas
– Teve contato sexual com múltiplos parceiros nos últimos 12 meses
– Não tiver dormido pelo menos 6 horas na noite anterior a doação

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